
FOLHA DE SÃO PAULO
1. Israel e palestinos retomam diálogo de olho no calendário;
As negociações de paz entre israelenses e palestinos recomeçam em clima de desconfiança e desacordo. Mas sob a expectativa de que o primeiro diálogo direto em 21 meses quebre o impasse e produza algum avanço.
Uma contagem regressiva marca a reunião de cúpula de hoje entre o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, e Mahmoud Abbas, presidente palestino, no balneário egípcio de Sharm el Sheikh.
No dia 26 termina o prazo do congelamento imposto por Israel sobre a expansão de colônias judaicas nos territórios ocupados em 1967. Os palestinos ameaçam abandonar as negociações se a moratória não for mantida, o que Israel parece pouco inclinado a aceitar.
Uma tímida demonstração de flexibilidade do premiê israelense foi recebida com frieza pelos palestinos. Netanyahu disse no domingo que o congelamento poderá ser mantido parcialmente --contrariando boa parte do seu gabinete conservador, que defende a retomada das construções e sem satisfazer a liderança palestina.
Segundo Bibi, como o premiê é conhecido, Israel não retomará as obras em todas as 20 mil casas já aprovadas pelas autoridades na Cisjordânia, mas também não haverá "construção zero".
Uma contagem regressiva marca a reunião de cúpula de hoje entre o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, e Mahmoud Abbas, presidente palestino, no balneário egípcio de Sharm el Sheikh.
No dia 26 termina o prazo do congelamento imposto por Israel sobre a expansão de colônias judaicas nos territórios ocupados em 1967. Os palestinos ameaçam abandonar as negociações se a moratória não for mantida, o que Israel parece pouco inclinado a aceitar.
Uma tímida demonstração de flexibilidade do premiê israelense foi recebida com frieza pelos palestinos. Netanyahu disse no domingo que o congelamento poderá ser mantido parcialmente --contrariando boa parte do seu gabinete conservador, que defende a retomada das construções e sem satisfazer a liderança palestina.
Segundo Bibi, como o premiê é conhecido, Israel não retomará as obras em todas as 20 mil casas já aprovadas pelas autoridades na Cisjordânia, mas também não haverá "construção zero".
2. Israel aproveita processo de paz para aprofundar relações com a União Europeia;
Em meio à retomada do diálogo direto de paz com os palestinos, o governo de Israel orientou seus representantes diplomáticos na União Europeia (UE) a enfatizarem que o processo criou um clima favorável à melhora das relações entre os israelenses e o bloco de Bruxelas.
O documento, intitulado "Utilizando o início das conversas em Washington para renovar a agenda europeia", foi enviado na semana passada pela Chancelaria israelense a seus diplomatas em Bruxelas e nas capitais da UE.
A diretiva pede aos embaixadores israelenses que busquem com os governos nacionais e da UE o aprofundamento das relações com o bloco, aprovado em 2008, mas congelado desde então.
COMENTÁRIOS DO PROF. ALTAMIRO PAIVA
Em meio à retomada do diálogo direto de paz com os palestinos, o governo de Israel orientou seus representantes diplomáticos na União Europeia (UE) a enfatizarem que o processo criou um clima favorável à melhora das relações entre os israelenses e o bloco de Bruxelas.
O documento, intitulado "Utilizando o início das conversas em Washington para renovar a agenda europeia", foi enviado na semana passada pela Chancelaria israelense a seus diplomatas em Bruxelas e nas capitais da UE.
A diretiva pede aos embaixadores israelenses que busquem com os governos nacionais e da UE o aprofundamento das relações com o bloco, aprovado em 2008, mas congelado desde então.
COMENTÁRIOS DO PROF. ALTAMIRO PAIVA
Como é difícil a paz no Oriente Médio, não? Mágoas milenares dentro do povo semita, e paz cujo sonho mexeu com os brios do presidente Lula do Brasil, que não consegue resolver a guerra do tráfico no Rio de Janeiro. É muito complicada a paz entre os povos semitas. Seria isso vontade de Avraham, Pai dos dois povos?
Dizer quais são as dificuldades para a paz é quase que impossível. Israel quer avançar nos territórios conquistados em 1967, com a guerra dos seis dias, e prosseguir com os assentamentos em Jerusalém oriental, enquanto os palestinos desejam dividir Jerusalém em duas cidades, e ter lá sua capital, e deter os assentamentos israelenses.
Se as bases forem estas, e os Palestinos não reconhecerem Israel como um estado e uma nação, é praticamente impossível viver a paz. Quanto a Jerusalém, jamais Israel dividirá, porque a cidade santa é a capital indivisível do nosso povo. Claro que poderão advir problemas futuros com as nações poderosas, mas o Eterno não está alheio a tudo isso, e por fim se apressará o Mashiach. Shalom!
Dizer quais são as dificuldades para a paz é quase que impossível. Israel quer avançar nos territórios conquistados em 1967, com a guerra dos seis dias, e prosseguir com os assentamentos em Jerusalém oriental, enquanto os palestinos desejam dividir Jerusalém em duas cidades, e ter lá sua capital, e deter os assentamentos israelenses.
Se as bases forem estas, e os Palestinos não reconhecerem Israel como um estado e uma nação, é praticamente impossível viver a paz. Quanto a Jerusalém, jamais Israel dividirá, porque a cidade santa é a capital indivisível do nosso povo. Claro que poderão advir problemas futuros com as nações poderosas, mas o Eterno não está alheio a tudo isso, e por fim se apressará o Mashiach. Shalom!
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