domingo, 29 de agosto de 2010

Mais Parceiros nas Negociações de Paz


O GLOBO

1. Premier de Israel, Benjamin Netanyahu, propõe reuniões quinzenais com presidente palestino, Mahmoud Abbas;

JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, propôs a realização de reuniões quinzenais com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, para melhorar as perspectivas das negociações de paz para o Oriente Médio, revelou uma fonte diplomática nesta sexta-feira.
Netanyahu, que na próxima semana deve viajar a Washington para conversações diretas, pretende "atuar pessoalmente nas negociações", disse a fonte, que pediu para manter o anonimato.
O negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, falou, em referência ao plano de Netanyahu: "É prematuro falar disso agora."

FOLHA DE SÃO PAULO

2. Palestinos esperam envolvimento da União Europeia no processo de paz;

A Autoridade Nacional Palestina (ANP) espera um verdadeiro envolvimento da União Europeia (UE) nas conversas de paz diretas que empreenderão na próxima semana com Israel em Washington.
Este foi o posicionamento de Ghassan Shaka, destacado membro encarregado das relações exteriores no seio da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), ao afirmar que a ANP apóia uma representação dos 27 que aumente seu peso no processo de paz.

3. Palestinos querem Brasil em negociação de paz, diz Amorim;

O chanceler Celso Amorim comemorou ontem no Rio o fato de o negociador-chefe palestino, Saeb Erekat, ter proposto o envolvimento do Brasil nas negociações diretas com os israelenses, que vão começar com um encontro na Casa Branca, em 2 de setembro.
A proposta de Erekat foi feita há três dias em carta ao Quarteto para o Oriente Médio (EUA, ONU, União Europeia e Rússia), que tenta mediar o diálogo israelo-palestino há oito anos. Além do Brasil, os palestinos sugerem a presença de Emirados Árabes, Catar, Turquia, China e Noruega.

COMENTÁRIOS DO PROF. ALTAMIRO PAIVA


As coisas não são fáceis na conquista da paz no Oriente Médio. Os Palestinos agora desejam que a União Européia e alguns países Árabes se envolvam. Alguns países Árabes não estão muito preocupados com isso já experimentam um certo progresso e não desejam meter-se nos conflitos.
A União Européia realmente deseja assim com os Estados Unidos que haja paz, pois têm interesse na região. Uma coisa por certo é claro, se nas conversações os Palestinos não reconhecerem Israel como um estado legitimamente constituído, a paz certamente não será estabelecida.
Quanto ao Brasil, sinceramente não sei como contribuir, o Presidente presente e futuro precisa sim, resolver a questão da violência interna, que, mata mais jovem que a faixa de Gaza. O conflito naquela região do Oriente, é muita areia para o caminhãozinho brasileiro, pode um negocio dêsseeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

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